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Olhar para cima


Certa vez um jovem marinheiro teve que subir ao mastro durante uma tempestade. As ondas levantavam o barco para as alturas estonteantes e logo em seguida jogavam-no para profundezas abismais.
O jovem marujo começou a sentir vertigem e estava quase a cair, o Capitão gritou: “moço olhe para cima”. De maneira decidida, o marinheiro desviou o olhar das ondas ameaçadoras e olhou para cima. Ele conseguiu subir com segurança e executar a sua tarefa.

Quando os dias de tribulação revolvem a nossa vida, quando as tempestades da vida nos confundem, perdemos o equilíbrio e somos verdadeiramente ameaçados.
Entretanto se desviarmos o olhar dos perigos e olharmos “para cima”, se buscarmos a face do Senhor e confiarmos na sua mão poderosa, o nosso coração aquietar-se-á, receberemos força e paz para podermos fazer as nossas tarefas, mesmo no meio das tempestades e finalmente seremos vitoriosos.

(Autor desconhecido)


A história de um explorador experiente!


Uma vez um explorador foi enviado pelos seus a um lugar perdido na selva amazónica. A sua missão consistia em fazer um levantamento detalhado da área. Como o explorador era um especialista no seu ofício, fez a sua tarefa com grande cuidado e perícia. Nenhum canto foi deixado sem ser explorado.
Ele descobriu quais eram as plantas e os animais, as características de cada estação, os segredos do grande rio que atravessa toda a região, as chuvas, os ventos, as possibilidades para a vida humana neste local remoto...
Quando, finalmente, ele acreditou que sabia tudo, decidiu regressar para transmitir a quem o tinha enviado todos os conhecimentos adquiridos.
Os seus receberam-no com expectativa… Eles queriam saber tudo sobre a Amazónia. Mas o explorador experiente percebeu, naquele momento, a incapacidade de responder aos desejos de seu povo. Como é que ele poderia transmitir a beleza incomparável do lugar, a harmonia profunda da noite que conseguiam elevar o seu coração? Como poderia compartilhar com eles o sentimento de profunda solidão que retinha à noite, o medo que o paralisou perante as feras selvagens daquele lugar ou o senso incomum de liberdade que ele sentia quando conduzia a canoa pelas águas incertas do rio? Como?
Então, depois de muito pensar, o explorador tomou uma decisão e disse: "- Ide e conhecei vós mesmos o lugar. Nada pode substituir o risco e a experiência pessoal.”
Talvez pudéssemos terminar aqui a história. Para nós era suficiente!...
Mas ela não terminou, o bom explorador teve medo, pensou: Se alguma coisa acontece com eles… Se não sabem chegar… Então ele fez um mapa para guiá-los. Todos fizeram cópias, distribuindo-as e foram para a Amazónia munidos do mapa que tinham recebido.
Todos os que tinham uma cópia consideravam-se especialistas.
Não se conheciam, através do mapa, cada curva da estrada, lugares perigosos, a largura e profundidade do rio, as intempéries e as cachoeiras… o mapa estava vazio de toda a beleza que o fez explorar aquele lugar remoto… e o explorador lamentou durante toda a sua vida ter-lhes dado o mapa.

(Desconheço autoria)

Folha em Branco


Certo dia eu estava aplicando uma prova, os alunos, em silêncio tentavam responder as perguntas com uma certa ansiedade.
Faltavam uns 15 minutos para o encerramento e um aluno levantou o braço, se dirigiu a mim e disse:
- Professor, pode me dar uma folha em branco?
Levei a folha até sua carteira e perguntei porque queria mais uma folha em branco.
Ele respondeu:
- Eu tentei responder as questões, rabisquei tudo, fiz uma confusão danada e queria começar outra vez.
Apesar do pouco tempo que faltava, confiei no rapaz, dei-lhe a folha
Em branco e fiquei torcendo por ele.
Aquela sua atitude causou-me simpatia.
Hoje, lembrando aquele episódio simples, comecei a pensar quantas Pessoas receberam uma folha em branco, que foi a vida que DEUS lhe deu até agora, e só tem feito rabisco, confusões, tentativas frustradas e uma Confusão danada...
Acho que, agora, seria um bom momento para se pedir a DEUS uma folha Em branco; uma nova oportunidade para ser feliz.
Assim como tirar uma boa nota depende exclusivamente da atenção e
esforço do aluno, uma vida boa, também depende da atenção que dermos aos ensinamentos do professor nosso DEUS.
Não importa qual seja sua idade, condição financeira, religião...
Levante o braço, peça uma folha em branco, passe sua vida a limpo.
Não se preocupe em tirar 10 (dez), ser o melhor, preocupe-se apenas em Ter a simpatia do Mestre.
Ele está mais interessado em quem pede ajuda, portanto, só depende de você.
Que o Senhor te abençoe, guarde a tua vida e te dê a Paz.

Autor desconhecido

A idade de ser Feliz

Existe somente uma idade para a gente ser feliz.

Somente uma época na vida de cada pessoa em que é possível sonhar e fazer planos e ter energia bastante para realizá-los, a despeito de todas as dificuldade e obstáculos.

Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente e desfrutar tudo com toda intensidade sem medo nem culpa de sentir prazer.

Fase dourada em que a gente pode criar e recriar a vida à nossa própria imagem e semelhança e vestir-se com todas as cores e experimentar todos os sabores.

Tempo de entusiasmo e coragem em que todo desafio é mais um convite à luta que a gente enfrenta com toda disposição de tentar algo novo, de novo e de novo, e quantas vezes for preciso.

Essa idade tão fugaz na vida da gente chama-se PRESENTE, também conhecida como AGORA ou JÁ e tem a duração do instante que passa... 
Autor: Mário Quintana



Pensemos...


Pensemos na beleza daquelas pessoas que têm a consciência de que as suas vidas parecem todas trocadas e que não devia ser assim, mas que são capazes de pegar nelas e fazer das suas existências aparentemente fracassadas quase uma obra de arte, uma obra de ternura e de entrega, sem se sentirem mutiladas nem falhadas porque as coisas não correram como podiam ter corrido. Esses é que são os grandes corajosos, os heróis da vida, os ressuscitados.

                                                                         Vasco P. Magalhães, sj
                                                                         ONDE HÁ CRISE, HÁ ESPERANÇA

Alegrai-vos!




Mais do que um título, a carta dirigida aos consagrados e consagradas para o ano dedicado à vida consagrada, a iniciar no próximo dia 30 de novembro, início também do novo ano litúrgico, é sobretudo uma exortação, um apelo a despertar, uma inquietação positiva da procura, como aconteceu com Santo Agostinho. Uma «inquietação do coração que leva ao encontro pessoal com Cristo; que o leva a compreender que aquele Deus que ele procurava longe de si é o Deus próximo de cada ser humano, o Deus próximo do nosso coração, mais íntimo a nós que nós mesmos». Por isso ele não se acomoda, não se fecha, não desiste de caminhar até chegar a dizer: “Tu nos fizeste para Ti Senhor, e o nosso coração está inquieto enquanto não repousar em Ti”.


Cá está: é uma explosão de alegria que brota do encontro e do reconhecer que Deus é a única ligação vital, para todos aqueles que são chamados e tocados por Ele para uma vocação especial de serviço ao Reino. Ide! – É um imperativo que nos coloca em saída, em êxodo, como dinâmica de anúncio alegre e feliz. Saí a testemunhar por palavras e sobretudo com a vida, assumindo o risco que nos vincula a uma coerência de vida – a tua vida diz aquilo que és! – O mesmo é dizer: obriga-te a um compromisso responsável e empenho sério, capaz de irradiar e, porque não, contagiar com o teu sorriso, entusiasmo e todo o teu ser, a paisagem sempre bela que é o mundo, aí onde estamos enviados(as).


Alegrai-vos, é também um convite a irmos ao essencial: Deus que a todos ama! Só Ele é o absoluto, só Ele pode de fato saciar a nossa sede e dar resposta às questões mais profundas do coração humano. Viver na alegria, como dom e agir em conformidade, com disponibilidade de coração, coragem e entrega ao serviço para edificação do bem comum. Acolhamos o desafio!

Um tempo de missão


Foi com algum entusiasmo que abracei o desafio de partir em missão para Angola, diocese do Sumbe. Foram apenas três meses que passaram muito rápido; mas, muito intensos nas vivências com aquele povo simples e humilde que nos acolhe sempre com um sorriso lindo e nos faz sentir em casa! O nome do grupo que integrei—Ondjoyetu—que em umbundo, a língua que se fala no Gungo, zona montanhosa da missão, significa ‘a nossa casa’ é de facto assim!... Senti-me bem e em casa, a fazer parte de uma grande família… e, com uma grande força interior para estar ali, força que me vinha da perceção da presença simples e amorosa de Deus, personificada na promessa que Jesus faz aos seus discípulos: «Sabei que Eu estarei sempre convosco até ao fim dos tempos» (Mt 28,20). Eu nunca estive só!…
Ser enviado em missão é de alguma forma despojar-se de si e de muitas coisas a que nos vamos apegando e apropriando, para ficarmos mais livres e disponíveis e assim acolher em cada dia e momento as surpresas que nos vão aparecendo e, que eu fui encarando como oportunidades de anúncio das boas notícias que Deus quer ser e fazer chegar a todos os homens!
Essa foi e é a graça que Deus no seu grande amor me quis fazer experimentar durante este tempo.
A minha missão, no Gungo, foi essencialmente estar, estar não de uma forma passiva; mas, de corpo e alma, dando sentido missionário… por onde passava, onde estava, com quem estava… Convivi de perto com crianças, jovens e adultos em encontros ocasionais e outros mais formais, integrados na caminhada cristã desta grande família que é o povo do Gungo. Um povo que mesmo sem palavras, mas com sorrisos, gestos e de muitas outras formas nos vai dizendo a cada momento: és bem-vinda, obrigada!... Walale —”olá”; Ndapandula —”obrigada”...
O missionário lá, percebemo-lo, é sinal e expressão da presença amorosa de Deus que vem para estar com o seu povo; é visto como enviado para fazer o bem, é querido e desejado. Por isso, a fé simples daquele povo que nos acolhe sempre em festa, não nos pode deixar indiferentes, antes nos interpela a um dar e receber com autenticidade, entrega e verdadeira alegria! – Isto experimenta-se lá, é vida que nos envolve e ao mesmo tempo se comunica porque, como diz o cântico, a “vida não vai parar, vai como o vento, tens tudo a dar, não percas tempo, podes saber que vais chegar, onde Deus te levar”!... É belo sim e gratificante, estar em missão!

Tudo o que vivi lá, foi muito mais… Partilhar o que não se vê ou não está documentado, não é fácil de descrever; mas fica para sempre gravado no coração… Fica também uma grande gratidão a todos aqueles e aquelas de quem Deus se serviu e através dos quais foi possível fazer estas ricas e variadas experiências para o bem comum. Assim, todos nos enriquecemos. Assim, se faz missão!...
Lembro aqui uma citação de Etty Hillesum «A grandeza do ser humano, a sua verdadeira riqueza, não está naquilo que se vê, mas naquilo que traz no coração.» - Venho com o coração cheio, a transbordar… o meu estar lá, foi também oração de intimidade com o Deus Trindade; especialmente nos momentos de admiração pela grandeza da criação. Momentos de admiração e louvor que me vinham da contemplação das paisagens montanhosas, belíssimas que me rodeavam no Gungo. Rezei, quando caminhava por entre aqueles vales e montanhas, desfrutei do silêncio como oportunidade a mergulhar, como quem mergulha no mar calmo e profundo para dele emergir cheia de paz, alegria, vida nova. Sempre vida, sempre nova… Onde pude assim, fortalecer a minha frágil fé, com todo aquele povo que ama a Deus, mesmo sem o saber, mas que Deus ama infinitamente!
Estamos juntos! Tukasi Kumosi!

   
     

Em Belém, onde vives...

Em Belém, onde vives,
Bem no íntimo do teu ser
Procura a ternura, o encanto,
Que hoje, em ti, quer nascer!
Renascem desejos de paz,
Emanuel, connosco vem morar
… e se faz um de nós!
Para o mundo, acreditar!
A gruta, é o teu coração…
De novo nasce Jesus,
Presente de Deus para homens
Caminho, Verdade e Luz!
Em Belém, onde vives,
Sê a Senhora Maternal!
Acolhe o anúncio do Anjo
Para de novo acontecer Natal!
O Menino de Belém, faz-se encontrar
Procura em nós guarida!
A família reunida, é sinal…
Da grande festa da Vida! …
Há troca de presentes…
Campanhas de solidariedade,
Lembram-se todos os ausentes
Vive-se o mistério, na intimidade!
Em Belém, onde vives,
Agora, ainda é igual…
Tudo nos lembra e ajuda…
E a todos se deseja: Bom Natal!

Teu olhar, Senhor!



Fixas em mim o teu olhar

Como outrora o fizeste,

E o jovem de semblante triste

Reconhecendo-te por mestre,

Não consegue e desiste!...

 

Esse teu olhar, Senhor

Continua a chamar!

Querendo-nos indicar:

- Há mais alegria no dar,

É preciso arriscar!...

 

Esse teu olhar, sobre mim

Tua misericórdia e bondade…

São o meu bastão no caminhar

Apelo de fidelidade…

Convite a avançar!

 

Esse teu olhar, de amor

Penetra o mais íntimo do ser,

Ilumina e aquece…

Difícil de descrever…

Mas o rosto resplandece!

 

Teu olhar, sedutor

Cheio de encanto e beleza

Inquieta todo o chamado…

Lhe confere a certeza,

Ser por Ti amado!

O mundo é melhor do que o pintamos!


Todos os dias há um novo começo!
É o dinamismo da vida que nos faz desinstalar e encarar tudo de novo. Nunca se está na mesma... apesar de nos apercebermos do grande pessimismo que paira à nossa volta.
Vamos ouvindo por toda a parte: "Está tudo perdido"; "Já não há remédio"; "Isto não tem solução"...
e por aí adiante.
Hoje dei comigo a pensar nestas expressões e outras semelhantes; e, ao mesmo tempo a dizer para mim mesma, não é bem assim!... Não podemos embarcar nestas ondas, vazias de esperança!
Hoje é outro dia. Vamos lá olhar, com os olhos de hoje, ler, acreditar que é possível, agarrar esta oportunidade e com determinação, avançar!
De novo, de novo, sempre de novo. Nada de baixar os braços... A vida é mesmo assim!
Uma vida, nada mais. Vida que é limitada, mas ao mesmo tempo, se estende e transcende,
capaz de voar nas asas da esperança.
Vale a pena perceber os desafios: uma vida capaz de ver algo mais, onde parece, nada existir; capaz de ir em busca da fonte e beber, gratuitamente; uma vida que se dispõe a escavar na terra árida; se dispõe a buscar para encontrar; e, se deslumbra com trigo no campo, com a flor branca à beira do caminho, com o nascer do sol ou com a lua e as estrelas...
Vale a pena depositar no campo fértil do nosso coração, sementes de esperança e, acreditar na força do amor que as faz germinar e dar fruto, muito fruto!...
Vale a pena ter esperança. O mundo é melhor do que o pintamos!

O cerne da vida cristã...



É o um desafio e ao mesmo tempo uma oportunidade…


Diz-nos o Papa Bento VI: “A Quaresma oferece-nos a oportunidade de refletir mais uma vez sobre o cerne da vida cristã: o amor. Este é um tempo propício para renovarmos, com a ajuda da Palavra de Deus e dos Sacramentos, o nosso caminho pessoal e comunitário de fé. Trata-se de um percurso marcado pela oração e pela partilha, pelo silêncio e pelo jejum, com a esperança de vivermos a alegria pascal.”

Vamos deixar-nos interpelar pelo cerne da vida cristã: o amor!


Em primeiro lugar o amor que Deus é em Si mesmo!…


Isto, naturalmente, pela oração mais intensa, pois só assim deixaremos que se molde e transforme o nosso íntimo, dando lugar àquilo que verdadeiramente importa.


O grande desafio é deixar-se encantar e encontrar pelo Amor que renova e transforma: Deus!


E a esperança, nascerá!… É a Páscoa!

Porque há sempre outro caminho...


Porque ousaram deixar as suas próprias terras;
Porque foram audazes quanto baste a ponto de se predisporem à caminhada;
Porque não se bastaram a si mesmos;
Porque arriscaram seguir um «sinal» do Céu;
Porque não temeram obstáculos, dificuldades e até o poderem perder-se;
Porque não hesitaram fazer perguntas;
Porque não se detiveram diante da falácia e da mesquinhez dos demais;
Porque perceberam que o caminho da vida se faz caminhando;
Porque decidiram acreditar mais no olhar para o «alto» que para o próprio «umbigo»;
Porque se deixaram comover pela simplicidade e pelo despojamento;
Porque se prepararam interiormente para o Encontro;
Porque ofertaram aquilo que eram e aquilo que tinham;
Porque entraram destemidamente naquela Gruta;
Porque souberam ver com os olhos da alma e do coração mais que com os do corpo;
Porque abraçaram a grandeza de se saberem prostrar e ajoelhar;
Porque perderam receios e vergonhas de deixar velhos ídolos;
Porque ousaram a «aventura divina» da fé;
Porque «mergulharam» na mais bela das atitudes humanas: a contemplação de Deus;
Porque reconheceram naquele Menino o Senhor e o Deus das suas vidas;
Porque, simplesmente, acreditaram na «cena» mais pobre mas também a mais profunda de toda a história humana: o Presépio;
Porque reconheceram naquela Criança a plenitude da existência;
Porque Lhe entregaram ouro, incenso e mirra, como a um verdadeiro Deus e Rei;
Porque nos ensinam o verdadeiro sentido da nossa própria existência;
Hoje, agora, também nós, como os Magos do Oriente, ousemos iniciar este novo Ano “por outro caminho”!
Na verdade, quem encontra Deus, não permanece na mesma, não fica igual ao que era… arrisca avançar na vida sempre “por outro caminho”…

(Desconheço autoria)

Desafio-te a dizeres quem sou EU para ti!


Encontrar Jesus, ou melhor, deixar-se encontrar por Ele, é a única realidade que verdadeiramente, pode mudar a nossa vida! Desta forma, surge e permanece para sempre a questão nunca cabalmente respondida: «Quem é Jesus para mim?». Esta é a questão que Jesus outrora fez aos seus amigos e companheiros de jornada. “Vós, quem dizeis que Eu sou?”



Esta, é sem dúvida uma questão pertinente, também para nós e para o nosso tempo. Mais importante do que o que dizem por aí de MIM...Sim, compreendo que digam essas e outras coisas… Mas, o que Eu quero mesmo é saber quem sou Eu para ti? Sou mesmo importante para ti?... 


Se Jesus é para nós O SENHOR... Então, essa verdade de fé, tem implicações na nossa vida. Então, a nossa vida de relação, tem um dinamismo pleno de novidade que é ao mesmo tempo anúncio e testemunho, expressão do nosso ser e agir quotidiano, imprime em nós um novo “estilo de vida”!
Não será esta a “novidade” que o mundo, hoje, espera de mim e de ti, cristão do século XXI?
Desafio-me e a ti também, a responder a esta pergunta frontal de Jesus: “Tu, quem dizeis que Eu sou”?

É o desafio que partilho contigo, amigo que me visitas.


Para tudo na vida é preciso equilíbrio...


A vida deve ser uma constante busca de equilíbrio entre o:


Ser alegre…e não inconveniente.


Ser sincero…e não magoar.


Ser firme nas ideias…e não arrogante.


Ser humilde… e não submisso.


Ser rápido… e não impreciso.


Ser contente… e não complacente.


Ser despreocupado…e não descuidado.


Ser amoroso…e não pegajoso.


Ser pacífico…e não passivo.


Ser disciplinado… e não rígido.


Ser flexível… e não frouxo.


Ser comunicativo… e não exagerado.


Ser obediente… e não cego.


Ser doce… e não melado.


Ser moldável… e não tolo.


Ser introspectivo…e não enclausurado.


Ser determinado…e não teimoso.


Ser corajoso…e não agressivo.

(Peço desculpa, mas desconheço a autor e onde encontrei o texto. Por sinal interessante...)

A Estrela da Esperança

"Se choras por ter perdido o sol, as lágrimas não te permitirão ver as estrelas".                                                                                                                   (Tagore)
A esperança não morre enquanto a estrela de Belém brilhar.


Há sempre uma noite escura antes de cada amanhecer…

Vinde, subamos...


É o grito do Profeta, neste início de um novo Advento.  
Por isso, nos diz: 
«Vinde, subamos ao monte do Senhor,...»  
Vamos decididamente cheios de alegria...
foi o convite do salmista. Alegria e  Esperança!
...E porque não, aceitar este desafio?
Caminhemos, vivamos este tempo, novo
iluminados pela fé, no Senhor que já veio,
vem cada dia, vem sempre...  e Virá de novo!...
"Subamos ao monte", com ou sem esforço, 
o importante é querer e dispor-se... 
para Acolher o Senhor, feito MENINO 
que se torna PRESENTE na história de cada um de nós, 
...por AMOR!!! ADORO ESTE DEUS...
MARANATHA!... VEM SENHOR JESUS!


Um conto de Paulo Coelho











 
   O mosteiro pode acabar, um conto de Paulo Coelho que me fez pensar...

"O mosteiro atravessava tempos difíceis, o mundo havia mudado: afirmavam que Deus era apenas superstição, a Igreja estava cheia de problemas, e os jovens já não queriam mais ser noviços. Uns foram estudar sociologia, outros passaram a ler tratados de materialismo histórico, e pouco a pouco a pequena comunidade que restou foi se dando conta que seria necessário fechar o convento.
Os antigos monges foram morrendo. Quando o último deles estava pronto para entregar sua alma ao Senhor, chamou ao seu leito de morte um dos poucos noviços que restavam.
- Tive uma revelação – disse. – Este mosteiro foi escolhido para algo muito importante.
- Que pena – respondeu o noviço. – Porque só restam cinco rapazes, e não podemos dar conta de todas as tarefas, quanto mais de uma coisa importante...
- É uma pena mesmo. Porque, aqui no meu leito de morte, um anjo apareceu, e eu entendi que um de vocês cinco estava destinado a tornar-se um santo.
Disse isto, e expirou.
Durante o enterro, os rapazes olhavam-se entre si, espantados. Quem teria sido o escolhido: aquele que mais ajudava os habitantes da aldeia? O que costumava rezar com uma devoção especial? Ou o que pregava com tal entusiasmo que os outros se sentiam à beira das lágrimas?
Compenetrados pela presença de um santo entre eles, os noviços resolveram adiar um pouco a extinção do convento, e passaram a trabalhar duro, pregar com entusiasmo, reformar as paredes caídas, praticar a caridade e o amor.
Certo dia, um rapaz apareceu na porta do convento: estava impressionado com o trabalho dos cinco rapazes, e queria ajudá-los. Não demorou uma semana, outro jovem fez o mesmo. Aos poucos, o exemplo dos noviços correu a região.
- Os olhos deles brilham – dizia um filho ao seu pai, pedindo para entrar para o mosteiro.
- Eles fazem as coisas com amor – comentava um pai com seu filho. – Vê como o mosteiro está mais belo do que nunca?
Dez anos depois, já havia mais de oitenta noviços. Nunca se soube se o comentário do velho monge era verdadeiro, ou se ele tinha encontrado uma fórmula para fazer com que o entusiasmo devolvesse ao mosteiro a sua dignidade perdida".

- Tira as tuas conclusões e se quiseres partilha-as...

O que há de novo hoje?



Questiono todas as manhãs a árvore que está de fronte da janela da sala:
"O que há de novo hoje?"
A resposta vem sem demora, dada em uníssono por centenas de folhas:
"Tudo".
(Christian Bobin)



Faz de cada dia um constante recomeço…
Escreve cada dia no livro da vida as mais lindas palavras: inventa, busca conhecer, inova, arrisca, chora (se for preciso), ri, sorri, canta, dança, (a vida tem muitos ritmos), toma um banho de chuva, de chuveiro, de areia, na piscina e no mar… ao menos uma vez na vida, faz planos e realiza-os, lembra-te sempre dos ensinamentos dos teus pais quando eras ainda uma criança, não desacredites da sua capacidade, não dês atenção às invejas, aos ciúmes, às fofoquices… sê paciente e sobretudo não deixes de intervir quando é necessário...


Dúvidas














Senhor, se não estás aqui, onde te posso encontrar?
Se estás escondido, como descubro a tua presença? É certo que moras numa claridade inacessível. Mas, onde posso encontrar essa inacessível claridade? Quem me levará até ali para que te possa ver? E logo, com que sinais te posso encontrar? Nunca te vi, Senhor, Deus meu; não conheço a tua cara… Ensina-me a encontrar-te e mostra-te a quem te procura porque não posso ir à tua procura a menos que tu me ensines, e não posso encontrar-te se tu não te mostrares. Desejando te encontrarei, encontrar-te-ei desejando, amando te encontrarei, e encontrando-te, amarei.
(Santo Anselmo)