A Ti, me dedico!













Meu Deus e Pai,

Te louvo e canto um hino de gratidão

Pela Tua imensa bondade,

Ternura e perdão…

Te canto a Tua grande misericórdia,

Todo o Amor…

Eternamente e sem limites,

Mil graças, Senhor!

Me dizes: “Eu te gravei nas Minhas mãos” (Is. 49,16)

“Jamais me esquecerei de ti” (Is. 49,15)

“…sempre cuidas de mim” (1Pe. 5,7b)

São estas as certezas que me dás,

No caminhar da minha vida…

Meu Pai, meu Deus, meu tudo!

Contemplo o Teu amor por mim!...

Tu me conheces no mais íntimo do meu ser

Por onde quer que ande,

Me envolve o Teu abraço carinhoso,

A Tua mão com ternura

Me ampara!

O Teu coração de Pai me acolhe…

O Teu cuidado paterno me seduz… me atrai!...

… Sou para Ti, meu Pai!...

Vida partilhada...



















Este pensamento tirado do livro, "ONDE HÁ CRISE HÁ ESPERANÇA", vem mesmo a propósito neste momento da minha vida e por isso o partilho contigo. Às vezes encontramos uma palavra ou frase que nos dá um empurrão no caminho que empreendemos. Faz-nos bem ter estas ajudas.


"No início de qualquer empreendimento seria bom pensar qual é a melhor atitude para enfrentar as coisas agradáveis e as desagradáveis, as certezas, as inquietações e as dúvidas que nos esperam, isso dispõe-nos a entrar com o pé direito. E sem dúvida esta atitude é de coragem lúcida, de força interior pensada, que não se encolhe diante das dificuldades ou dos problemas, mas se dispõe a enfrentá-los. Não me salva o mero atirar-se para a frente sem mais, o ser destemido de uma forma mais ou menos tonta nem a busca de um heroísmo fácil. É mais heróico aceitar os problemas e saber pedir ajuda para o caminho".

Vasco P. Magalhães, sj

Onde estás?


Esta voz tão ténue,

Tão suave, tão meiga, simpática,

Alegre e tão atenta…

Foi ecoando em mim:

Onde estás?

Tão doce, bondosa, paciente

Sempre presente…

Simples e tão atenta…

Num som melodioso em mim tocava:

Onde estás?

Um dia, uma noite, outro dia…

Persistente, corajosa…

Essa voz tão atenta…

Busca uma oportunidade e pergunta:

Onde estás?

Várias vezes bati à tua porta

Pensava encontrar-te,

Encontrarmo-nos…

- estavas sempre ocupada…

E, no meu íntimo escutava:

Onde estás?

… Onde estás? – gritaste tão alto!

… Senhor, pensava…

(Não me vou justificar).

Perdoa, a minha distracção!...

Podemos agora encontrar-nos

Ficarmos sós, Tu e eu…

Onde estás?

Sabes agora onde estou,

Como estou, porque estou…

- Deixa que te diga: Obrigada!

Porque sempre vens ao meu encontro!

Porque sempre tomas a iniciativa:

Onde estás? Onde estás? Onde estás?

Eis-me aqui, Senhor! Estou aqui!

Partilha da Palavra...


















Qual é, na verdade, a grande nação

que tem a divindade tão perto de si

como está perto de nós o Senhor, nosso Deus,

sempre que O invocamos?


Ficaram-me no ouvido, e também no coração, estas palavras…

É a humanidade inteira, esta nação abençoada por este Senhor

que invocamos, é, deve ser para todos nós uma felicidade

porque a Sua divindade é incomparável!


Tantas vezes a agrura das esperas da vida

não nos deixa perceber este Senhor presente.


A fé, porém, porque faz ver mais longe,

deixa entrever que Ele está… e como explica o autor sagrado:


"… está perto… sempre que O invocamos!"


Esta palavra escutada transforma-se,

assim, em prece pela nação, pela humanidade,

amada por este mesmo Senhor

e que muitas vezes e de muitos modos,

requer a presença do Senhor que lhe dá luz e vida!