O par perfeito

Era uma vez um anjinho muito distraído chamado AMOREL, que recebeu uma incumbência de Deus:

- AMOREL, acabo de inventar os humanos. Eles estão classificados como homem e mulher, cada um tem seu par e já estão todos alinhados de par em par. Pegue esta bandeja de humanos e leve para que eles habitem a Terra.

AMOREL ficou contente pois, há muito tempo, o Senhor não o chamava para tão nobre trabalho. O anjinho pegou a bandeja e ao virar uma esquina lá no céu, tombou com uma anjinha chamada AMANDA.

A bandeja voou longe, e todos os casais de humanos se misturaram.

AMOREL e AMANDA ficaram desesperados e foram contar a Deus o ocorrido e o Senhor falou:
- Vocês derrubaram, vocês juntarão! Porém, parece que Deus se esqueceu que os anjinhos eram distraídos. E é por isso que cada dia os casais se juntam e se separam. Os dois anjinhos, trabalham incessantemente para que os casais originais se encontrem.

O trabalho é muito difícil, tanto é, que por muitas vezes eles juntam casais errados, pois os humanos espalhados ficam inquietos e cobram o serviço dos anjinhos, o tempo todo. Quando os humanos se mostram muito desesperados, os anjinhos unem dois desesperados, mas logo depois percebem o engano e os separam, e por muitas vezes, esta separação é brusca, pois não se tem tempo a perder.

Recebi um bilhete dos dois anjinhos e vou mandar pra você agora.

"Se você é um humano, queremos pedir desculpas pela nossa distracção, pois errar não é só humano! Estamos trabalhando com empenho, porém, sempre contando com a ajuda de vocês. Não desesperem e não se isolem.

Tentem mostrar realmente, quem é cada um de vocês, pois à medida que cada um mostrar o que é de verdade, vai tornar o nosso trabalho mais fácil. Aproveitamos a oportunidade, para nos desculpar pelas separações abruptas, sabemos que elas geram muito transtorno, mas se nós o separamos de alguém, é por que em algum canto vimos alguém bem mais parecido e por isso precisamos isolá-los para facilitar o encontro."


Autor desconhecido

Olhar para cima


Certa vez um jovem marinheiro teve que subir ao mastro durante uma tempestade. As ondas levantavam o barco para as alturas estonteantes e logo em seguida jogavam-no para profundezas abismais.
O jovem marujo começou a sentir vertigem e estava quase a cair, o Capitão gritou: “moço olhe para cima”. De maneira decidida, o marinheiro desviou o olhar das ondas ameaçadoras e olhou para cima. Ele conseguiu subir com segurança e executar a sua tarefa.

Quando os dias de tribulação revolvem a nossa vida, quando as tempestades da vida nos confundem, perdemos o equilíbrio e somos verdadeiramente ameaçados.
Entretanto se desviarmos o olhar dos perigos e olharmos “para cima”, se buscarmos a face do Senhor e confiarmos na sua mão poderosa, o nosso coração aquietar-se-á, receberemos força e paz para podermos fazer as nossas tarefas, mesmo no meio das tempestades e finalmente seremos vitoriosos.

(Autor desconhecido)


Paraíso deslumbrante!...


Ó como é bom voltar...
A este belo, recôndito lugar...
Grande é a sua tranquilidade,
Cheio de encanto e suavidade...
Tudo aqui nos convida
A viver a entrega feliz da vida!

Sabes, meu encanto
Sinto-me privilegiada, neste recanto...
Tudo tão sereno, tão repousante,
Estar neste paraíso deslumbrante!
Nesta entrega plena, amorosa…
Tão bela, como um botão de rosa!
                                                                                     
Este ar puro que aqui bebemos
E o suave perfume da natureza,
Na quietude do amor que vivemos
É sentir o paraíso, singela beleza!
O tempo preenchido, o passeio…
Momentos fortes que ainda saboreio!
                                                                                                  
Naquela varanda ao sol brilhante
Senti-me tão amada e te amei!…
Numa explosão de alegria, fascinante
As doces palavras que contigo conversei…
Num tempo, tão cheio de emoção!
Guardo esta vida linda que me vai no coração!…